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Entre os cedentes das obras disponíveis no site estão a Biblioteca Britânica, a Biblioteca Pública de Nova Iorque e a Escola Julliard.

A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos inaugurou o site Music Treasures Consortium (Consórcio de Tesouros Musicais) que dá acesso on-line a algumas das partituras mais valiosas de propriedade de seis instituições renomadas.

O objetivo do site é aprofundar a educação e a pesquisa na área da música, oferecendo acesso em uma única página a imagens digitais de fontes primárias para performances e estudo da música.

O Music Treasures Consortium foi uma criação da Biblioteca de arquivos musicais nos EUA e no Reino Unido, reunindo a Biblioteca Lila Acheson, da Escola Julliard, a Biblioteca Britânica, a Biblioteca Musical Eda Kuhn Loeb da Universidade de Harvard, a Biblioteca Morgan e o Museu e Biblioteca Pública de Nova Iorque.

Os itens digitalizados incluem partituras manuscritas e as primeiras versões de algumas obras. Compositores originais, como Johann Sebastian Bach, Wolfgang Amadeus Mozart, Richard Wagner, Claude Debussy, Arnold Schoenberg e Igor Stravinsky, entre outros, são representados pelos seus manuscritos e primeiras versões. As datas dos itens on-line estão entre o século XVI e o século XX.

Quem tiver interesse pode buscar e dar uma espiada em materiais, acessar informações bibliográficas sobre cada item e ver imagens digitais do tesouro através de cada arquivo do site, que continuará a crescer conforme os membros adicionarem novos arquivos.

O acervo incomparável da Biblioteca inclui manuscritos, partituras, gravações, livros, publicações, depósitos de direitos autorais e instrumentos musicais. No site podem ser vistos também a coleção de Alan Lomax de gravações da música de raíz americana, os manuscritos e gravações originais de Woody Guthrie e as gravações únicas do blues de Robert Johnson dos anos 1930.

Conheça o projeto acessando o link: www.loc.gov/musictreasures/

 

Por Marina Gialluca

23 de dezembro

Natal chegando… Parte da familiaridade desta época do ano está nas músicas. Em quase todos os lugares do mundo, é possível encontrar versões diferentes das canções natalinas características. Nas lojas e nos brinquedos, soam “Noite Feliz”, “Jingles Bells”, entre outras, tocadas e cantadas por instrumentos e vozes de todos os tipos.

No Brasil, os artistas não se dedicam a gravar álbuns especiais natalinos, como acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde até quem não comemora o Natal prepara trabalhos com as canções da época.

Mas aqui, em 1995, foi lançado o primeiro álbum só com canções de Natal. A voz que embalou a comemoração foi a da cantora Simone.

“25 de Dezembro” foi lançado pela Polygram, e contém dez faixas em sua versão original. Em menos de um mês e meio, foram vendidas mais de 1,5 milhão de cópias.

A primeira faixa do álbum, chamada “Então é Natal”, é uma versão de Claudio Rabello para a música “Happy Christmas (War Is Over)”, de John Lennon e Yoko Ono.

Há também uma versão de “Noite Feliz”, canção tradicional composta pelo austríaco Franz Gruber, uma das mais executadas de todos os tempos.

O trabalho foi relançado em 1996, contendo uma faixa bônus chamada “Ave Maria”, gravação que teve a participação das Meninas Cantoras de Petrópolis.

Confira uma gravação de “Então é Natal”, com a participação do Coral de Meninas Cantoras:


Uma gravação ao vivo de “Jingle Bells”, com The Brian Stzer Orchestra, com direito a big band, chapeu de Papai Noel e tudo:


Um grande sucesso de Elvis Presley, “Blue Christmas”, gravada ao vivo:


Whitney Houston com sua versão de “Joy To The World”, quando participou do filme “Um Anjo Em Minha Vida”:


O grupo vocal Take 6, em uma outra gravação de “Joy To The World”, desta vez ao vivo:


“Sleigh Ride” cantada por Ella Fitzgerald:


Marina Gialluca.

Luíz Gonzaga do Nascimento nasceu em 13 de dezembro de 1912, em Exu, Pernambuco. Desde pequeno aprendeu a tocar sanfona. Aos 8 anos, substituiu um sanfoneiro em uma festa tradicional da fazenda onde viva e recebeu seu primeiro cachê.

Luiz Gonzaga conseguiu comprar sua primeira sanfona aos 13 anos com dinheiro emprestado pelo pai.  Quando terminou de pagar o empréstimo, disse ao pai que não trabalharia mais para ele: seria sanfoneiro profissional.

Era 1929, e Gonzagão conheceu Nazarena, moça de família rica. Eles começaram a namorar às escondidas porque o pai da moça não gostou do rapaz. Num dia de festa na cidade, depois de beber um pouco, Gonzagão foi tirar satisfação com o ex-futuro sogro armado de uma faquinha. Apanhou muito, teve que fugir para outra cidade e também que vender sua sanfona.

Então, Luiz Gonzaga fugiu de casa e, para conseguir ingressar na carreira militar, mentiu a idade. Na Revolução de 1930, era o soldado Nascimento, que seguia em missão por todo o Brasil. Naquela época, seu pai conseguiu comprar de volta a sanfona vendida.

Nas andanças pelo país, quando passou por Juiz de Fora, em Minas Gerais, Gonzagão aprendeu a tocar sanfona de 120 baixos com um soldado chamado Domingos Ambrósio. Foi por Ambrosio que Luiz Gonzaga foi apresentado a ritmos do sul do Brasil e também valsa e outras coisas!

Em 1939, pediu baixa do serviço militar e iniciou sua carreira artística. Naquele ano, fez sua primeira apresentação em um palco, no Cabaré O Tabu, na Rua Mem de Sá, no Rio de Janeiro.

No ano seguinte, enquanto tocava em uma casa de shows no Mangue, foi desafiado por um grupo de estudantes nordestinos a tocar algo que os lembrasse sua terra. Ali Gonzagão compôs “Pé de Serra” e “Vira e Mexe”. Com estas duas canções, foi aplaudido não só pelo grupo, mas também por todos os que o ouviram tocar.

Em 1941, assinou contrato com uma gravadora pela qual gravou vários álbuns. Em 1942, o sanfoneiro fez um sucesso estrondoso nas rádios do país. Em 1944, despedido da Rádio Tamoio, foi contratado pela Rádio Nacional, ambas do Rio de Janeiro, e ficou conhecido pelo apelido de ”Lua”. Em 1945, gravou o primeiro disco no qual tocava e cantava.

Em 1946, Luíz “Lua” Gonzaga gravou “No Meu Pé de Serra”, em parceria com Humberto Teixeira, e seu nome ganhou fama mundial. Este também foi o ano de seu regresso a Exu.

Em 1947, gravou “Asa Branca”, que fez parte da trilha do filme “Romance Carioca” (“Nancy Goes To Rio”). Esta foi a primeira de muitas gravações para a RCA Victor, cujas 17 prensas trabalhariam exclusivamente para ele.

Em 1950, Gonzaga ganhou o título de Rei do Baião, após uma apresentação em São Paulo. Um ano depois, um acidente automobilístico motivou a composição de “Baião da Penha”.

Com a força crescente da bossa nova e do rock’n’roll, Gonzagão passou algum tempo longe da mídia.

Gonzagão deixou a RCA Victor em 1973 para assinar contrato com a Odeon. Naquele mesmo ano, foi chamado de volta a Exu pelo governador de Pernambuco, Eraldo Gueiros de Leite, para tentar acalmar a cidade, palco de brigas entre família tradicionais da região.

Em 1980, O Rei do Baião cantou para o Papa João Paulo II em Fortaleza; e, em 1982, apresentou-se  no teatro Bobinot, em Paris. Ele voltaria para a França em 1986 para apresentar-se no Halle de La Villete.

No dia 6 de junho de 1989, Luíz Gonzaga subiu pela última vez ao palco, e fez um discurso dizendo: “Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito o seu povo, o sertão, que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor…”.

No dia 21 de junho , Gonzagão foi internado na UTI do Hospital Santa Joana, em Pernambuco, onde ficaria por quarenta e dois dias. Nos momentos mais difíceis, Luiz Gonzaga cantava suas antigas canções.

Complicações advindas de uma pneumonia levaram o Rei do Baião, no dia 02 de agosto de 1989, aos 76 anos. Ao seu lado estava seu último grande amor, Dna. Edelzuita. Gonzagão foi sepultado em sua cidade natal.

Texto: Marina Gialluca


Esses outros 2 vídeos não podem ser postados diretamente aqui (restrições do usuário). Mas merecem ser vistos.


Festival da Canção de 1980. Gonzaguinha (filho do Luiz Gonzaga) chama ao palco seu pai para cantar, e é recebido calorosamente por um Maracanazinho lotado:

http://www.youtube.com/watch?v=yVE6Znv_jDg


E como não poderia faltar, Asa Branca, com Luiz Gonzaga dividindo o palco com Fagner, Osvaldinho do Acordeon, Dominguinhos, Sivuca e Guadalupe:

http://www.youtube.com/watch?v=s8VqC_Vjsm0

Há 16 anos, em 1994, morria o criador da bossa nova, vítima de uma parada cardíaca causada por um coágulo localizado em seu pulmão. Ele estava internado no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque. Um mês antes, depois de uma angioplastia, foram localizados dois tumores em sua bexiga. Uma operação de urgência foi marcada e realizada com sucesso. Mas coágulos se formaram, e mesmo com procedimentos para a desobstrução de vasos sanguíneos, Tom Jobim não resistiu.

Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim nasceu em 25 de janeiro de 1927, no bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, e mudou-se com a família para Ipanema em 1928, bairro que se popularizou por ser cenário de algumas de suas maiores composições. Por influência do padastro, começou a estudar piano aos 14 anos com o alemão Hans Joachim Koellreutter. Estudou também violão, flauta, harmonia, orquestração e composição.

Jobim chegou a começar a faculdade de arquitetura, e a trabalhar com isso… Mas não durou nenhum ano na profissão. Em seguida, começou a tocar em bares e boates de Copacabana, e, em 1952, foi contratado pela gravadora Continental para fazer arranjos e transcrever partituras. São datadas desta época as primeiras composições de Tom Jobim. A primeira a ser gravada foi “Incerteza”, em parceira com Newton Mendonça. Depois, ele começou a trabalhar para a gravadora Odeon, e compôs os primeiros sambas em parceria com Billy Blanco.

Em 1956, musicou a peça “Orfeu da Conceição”, iniciando uma longa parceria com Vinícius de Moraes, união que deu forças à bossa nova.


Talvez, o parceiro mais ilustre de Tom Jobim tenha sido Frank Sinatra. O primeiro álbum desta parceria foi “Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim”, de 1967, cujas dez faixas incluem sete composições de Jobim.

Tom Jobim também foi compositor de trilhas para cinema e tv.

No ano de 1992, a Escola de Samba Estação  Primeira de Mangueira homenageou Jobim, dedicando-lhe todo o enredo do Carnaval daquele ano. Em 94, lançou o que seria seu último álbum, intitulado “Antonio Brasileiro”, produzido por seu filho Paulo Jobim.


Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim morreu na tarde do dia 8 de dezembro de 1994.

Texto: Marina Gialluca


Aqui, uma versão maravilhosa de Garota de Ipanema, interpretada pela Osesp:


Ligia, numa interpretação pouco conhecida do Tom com Roberto Carlos:


Outra rara: um ensaio na casa do Tom com Dorival Caymmi, em família


Que tal Tom cantando na praia, junto com Luiz Bonfá e João Gilberto?


E pra encerrar, Tom reclamando da mulher que quebrou suas garrafas de whiskie:

29/set/2010

Animação foi eleita o Melhor Filme do terceiro UP To3’ pelo voto popular em Toronto, no Canadá.

Buba e o Aquecimento Global é uma animação de 1 minuto de duração que trata de maneira irreverente e divertida a problemática do aquecimento global e seus efeitos para a vida na Terra.  Buba foi produzido pela MONO 3D, empresa  especializada em animação de personagens e produção 3D. A trilha sonora e sonoplastia foram compostas pelo Estúdio Next.

Mais uma vez, qualidade e parceria resultaram em reconhecimento internacional.

Buba e o Aquecimento Global  Buba and the Global Warming – Humor (2009)
Diretor: Eduardo Takao Nakamura
Trilha Sonora e Sonoplastia: Mauricio Domene

O UP To3’

É uma mostra de Animação Brasileira com até 3 minutos de duração, realizada dentro do Festival de Cinema Brasileiro de Toronto (BRAFFT – Brazilian Film & TV Festival of Toronto),  em Toronto, no Canadá, com o objetivo de expor aos canadenses o que há de melhor e mais interessante na produção recente do cinema nacional e aproximar profissionais brasileiros do mercado canadense. A primeira mostra ocorreu em 2008.

Sabe quando alguém consegue fazer uma associação de duas coisas bem diferentes, mas que se encaixam tão perfeitamente que só nos resta sorrir e pensar: “genial” ?

É o que o francês Might Mike faz.

Há muito tempo já circula na web arquivos com as gravações multitrack de vários discos famosos. Pra quem não sabe, multitrack é a gravação em canais separados. Então você tem acesso à guitarra isolada da bateria. Baixo separado da voz. Etc.

O que ele faz é pegar esses elementos separados e juntar de uma maneira que parece terem sido feitos um pro outro.


Mais não dá pra explicar. Só ouvindo, e sorrindo. Duvido você não sorrir.


Quem é ligado em som vive feito maluco pedindo, por favor, um pouco de silêncio, na tentativa de ouvir algo que ninguém nem sequer perceba que está soando.

Algumas situações são excelentes para quem ama sons. Nas madrugadas, por exemplo, é lindo o som de cachorros latindo lááá longe, cheio de ecos e reverberações, vindo num bairro vizinho.

E o som de um trovão no meio de uma tempestade. Já reparou como o som de um trovão de verdade não tem nada a ver com o som que ouvimos em filmes? Às vezes, um trovão  leva mais de 1 minuto para “tocar” seu som inteiro.

Agora, tem um som que quase ninguém repara: é o som da cidade durante um jogo de Copa do Mundo. Todas as pessoas concentradas na frente de uma TV, ou ligadas na transmissão do rádio em alto volume. Na cidade, soa um som lindo e único, e raro de se ouvir.

Resolvi gravar esse som, e compartilho aqui com vocês.

Um gravador portátil, na janela de um cômodo do andar de cima da casa, longe dos ruídos da TV e das vinhetas de rádio… Próximo somente do som que a cidade produzia.

Ouça com fones de ouvido, e curta por alguns segundos o “silêncio” tenso que pairava na cidade, que só foi quebrado pelos desejados  1º  e 2º gols.

Tomara que vocês gostem!



Brasil x Coreia 1º Gol by mbdomene

Brasil x Coreia 2º Gol by mbdomene

31/maio/2010

Em 31 de maio completam-se 34 anos que a banda The Who realizou o show no estádio The Valley, em Londres, considerado o “show de rock mais barulhento” de todos os tempos, recorde acolhido no Guiness Book e mantido por dez anos. O volume medido a 32 metros dos auto-falantes foi de 126 dB, mais intenso que o som de uma britadeira.


De tanto abusar no volume de sua guitarra, o guitarrista da banda, Pete Townshend, teve sua capacidade auditiva definitivamente prejudicada.


Acontece que
o ouvido humano tem resistência limitada a níveis de ruído. Quanto mais alto o som, mais exposto a danos o aparelho auditivo fica. A medição em decibeis (dB) indica o quanto um som é mais intenso que o mínimo que o ser humano pode escutar, que corresponde a 0 dB.


O que ocorreu com Townshend não foi um acidente. Segundo a Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, um som com intensidade entre 84 e 90 dB causa lesão irreversível na cóclea (em formato de caracol, é a parte d
o ouvido interno onde estão os terminais nervosos responsáveis pela audição). Esta lesão será mais ou menos grave quanto maior for o ruído.


Pete Townshend fundou o instituto HEAR (Hearing Education and Awareness of Rockers, Educação Auditiva e Prevenção ds Roqueiros), que visa alertar aos músicos e prevenir a surdez causada pela alta intensidade do som nos shows em geral.

Alguns sintomas podem avisar se a orelha está sofrendo de sobrecarga:
dificuldade de entender o que se é dito, perda de audição, tinitus (um som agudo e persistente vindo de dentro do ouvido que pode surgir em decorrência de uma infecção, por exemplo), otorreia, tonturas, e outros.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) considera 50 dB (decibéis) o volume máximo para que um som não cause nenhum mal ao organismo humano. A partir disso, efeitos negativos já começam a afetar a audição.  Para entender melhor, aqui estão alguns exemplos de intensidade sonora:


– torneira gotejando (20 db), mesmo de madrugada. Um som desta intensidade no meio da noite pode deixá-lo muito irritado, mas não o deixará surdo!;
– sussurro (30 dB);
– música baixa (40 db), mesmo aquela que você não gosta!;
– conversa tranqüila (40-50 db);
– conversa normal (60 dB). Essa medição não vale se sua família for italiana, como a minha!;
– restaurante com movimento (70 db);
– secador de cabelo e trem de metrô (90 db);
– caminhão (100 db);
– buzina de automóvel (110 db);
– turbina de avião (130 db);
– tiro de arma de fogo próximo (140 db)

A partir de uma intensidade de 120 dB, o nosso ouvido começa a doer.

Poluição Sonora

Não é só esse tipo de som que nos incomoda. A poluição sonora está presente no nosso dia-a-dia, causando estresse, depressão, ansiedade, problemas cardíacos e até surdez. Ela é definida como sons, barulhos ou ruídos de duração prolongada e com intensidade incômoda aos ouvidos humanos, e pode vir dos barulhos do trânsito, cachorros latindo, restaurantes, máquinas funcionando, telefones tocando, entre outros. Ruídos da natureza não são frequentemente classificados como poluição sonora por causa de sua duração, como um trovão, intenso, mas curto.


Ser atingido pela poluição sonora parece inevitável, mas não é: nós podemos, sim, reduzir que nos cerca. Para começar, desligue-se de tudo e desligue tudo:a TV, o celular, as lâmpadas florescentes, o computador, e tudo o mais que puder. Feito isso, tente identificar cada mínimo ruído que ouve. Grandes cidades produzem sons que podem parecer banais,  mas geram grande desconforto, e reconhecê-los e as suas fontes pode reduzir o estresse advindo deles.

Marina Domene

Não há imagens, mas aqui está a gravação da música de encerramento do show ensurdecedor:


19/04/2010

Em homenagem ao compositor Ennio Morricone, o site Playlist preparou uma lista com as 20 melhores trilha sonora de filme e seus compositores. 

Ennio Morricone é compositor, maestro e arranjador. Ele compôs a trilha sonora de mais de 500 filmes e programas de TV e 120 peças para orquestras ainda inéditas. Ultimamente, o italiano nascido em Roma, em 1928, tem focado seu trablho nestes arranjos, deixando o cinema e a tv em segundo plano. Recentemente, fez um concerto no Royal Albert Hall, em Londres. 
Para homenagear e gravar na memória este show raro, em que o italiano executou algumas de suas obras para cinema, o site britânico Playlist elegeu uma lista com as 20 melhores trilhas sonoras e seus compositores.

Os 5 primeiros da lista

1 – Lawrence da Arábia (1962) 
Compositor: Maurice Jarre

2 – O Terceiro Homem (1949) 
Compositor: Anton Karas

3 – Sete Homens e um Destino (1960) 
Compositor: Elmer Bernstein

4 – Três Homens em Conflito (1966) 
Compositor: Ennio Morricone

5 – Casablanca (1942) 
Compositor: Max Steiner


Ennio Morricone

Ennio Morricone compôs a trilha sonora de diversos filmes, inclusive algumas das mais conhecidas dos “western spaghetti”, ou bang-bang à italiana, dirigidos pelo cineasta Sergio Leone. Dentre os mais conhecidos estão “Por um Punhado de Dólares” (1964), “Por Uns Dólares a Mais” (1965), “Três Homens em Conflito” (1966) e “Era uma Vez no Oeste” (1968). As principais obras para o cinema de Morricone são “Era Uma Vez na América” (1984), “A Missão” (1986), “Os Intocáveis” (1987) e “Cinema Paradiso” (1988).


Marina Domene

31/03/2010

Com o fim da década de 2000, a revista britânica Rolling Stone elegeu os 100 melhores álbuns dos últimos 10 anos.

A revista britânica Rolling Stone elegeu os 100 melhores álbuns da primeira década do século XXI. Mais de cem 100 pessoas listaram os 25 álbuns lançados entre 2000 e 2009 de que mais gostaram, em ordem de preferência. As 100 pessoas que compuseram o grupo são parte da equipe da Rolling Stone, artistas e jornalistas. Nomes famosos também opinaram, entre eles, Yoko Ono. Na lista dos 100 melhores álbuns entraram 74 artistas diferentes. Destes, 19 bandas tiveram mais de um álbum escolhido: 14 tiveram dois álbuns, 3 tiveram 3 álbuns (U2, Coldplay e Kings of Leon) e 2 tiveram 4 álbuns escolhidos (Kanye West e Radiohead, eleito o primeiro lugar).

Os 5 melhores álbuns

1° Lugar: Radiohead, com 4 álbuns no top 100, com o álbum Kid A, lançado em 2000; (How to Disappear Completely)

2° Lugar: Is This It, álbum de estreia dos The Strokes, lançado em 2001; (Last Night)

3° Lugar: Yankee Hotel Foxtror da banda Wilco, também lançado em 2001; (Ashes of American Flag)

4° Lugar: o álbum The Blueprint, de Jaz-Z, lançado em 11 de setembro de 2001; (Jigga That Nigga)

5° Lugar: o álbum Elephan, dos Whiste Stripes, lançado em 2003. (Seven Nation Army)

A lista completa de álbuns eleitos pode ser acessada por este link (http://www.rollingstone.com/news/story/31248017/100_best_albums_of_the_decade/44)

Marina Domene