estúdio NEXT
notícias

17 de março, 2009

NEW YORK (Reuters) – Creators of the U.S. television show “Family Guy” did not infringe copyright when they transformed the song “When You Wish Upon a Star” for comical use in an episode, a U.S. judge ruled on Monday.

Music Publisher Bourne Co., the U.S. copyright owner of the song made famous in Walt Disney’s “Pinocchio,” sued Fox Broadcasting Co., creator Seth MacFarlane and producers in October 2007 for copyright breach.

The lawsuit said the song “I Need a Jew,” featured in one of the animated show’s episodes, was a thinly veiled copy of the music from ‘When You Wish Upon a Star’ coupled with “new anti-Semitic lyrics” and had done damage to the original.

But U.S. District Judge Deborah Batts ruled that the lyrics and tone of the song used in “Family Guy” were “strikingly different.”

Leia mais aqui

Usar loops (trechos gravados por outras pessoas) numa colagem musical não é nada novo.
Mas fazer isso a partir de vídeo garimpados no youtube, e mais, usar somente material extraído desses vídeos, isso é coisa de genio.

Agora, já seria genial somente conseguir fazer isso. Mas conseguir fazer isso com a qualidade musical como o Kutiman fez… ai não tem mais o que escrever.
Veja:

A música faz parte do projeto Thru-you, e lá dá pra ouvir outras criações dele.

Só pra ter uma dimensão melhor da complexidade do que o Kutiman fez, veja alguns vídeos de onde o material musical foi retirado:

Bateria:
TheHitman1990 (Bernard “Pretty” Purdie clip),


Guitarra:
Free Funk Guitar Lesson Inspired By James Brown

Voz e harmonica
Blues Harp & Vocals from Brian Fox of Brian Fox Reloaded

12/03/2009

fonte: CineClick

Foram divulgados nesta quarta-feira (11/3) os indicados ao Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro. A entrega será realizada dia 14 de abril, às 21h, no Vivo Rio, com transmissão pelo Canal Brasil. Esta é a 7ª edição do prêmio, que, desde o ano passado, conta com um novo patrocinador, a operadora de telefonia celular Vivo, também anunciada no mesmo evento.

Além de uma homenagem ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, o troféu Grande Otelo será entregue aos profissionais em 25 categorias. Estômago e Meu nome não é Johnny são os grandes campeões de indicações, com 14 cada um.

Confira todos os indicados aqui

Um grupo de arqueólogos e musicólogos egípcios tenta recriar, com base em hieróglifos antigos, a música que era ouvida nos tempos em que os faraós governavam o Egito.

Apesar de existirem várias imagens de músicos e instrumentos e menções de canções registradas em pedras ou papiros, os antigos egípcios não deixaram indicações que dessem pistas sobre a notação das músicas.

Leia a íntegra desta matéria no site da BBC Brasil

O governo da China proibiu o uso de dublagem em apresentações públicas de cantores.

A técnica é muito utilizada no país e consiste em tocar uma música pré-gravada durante uma apresentação, enquanto artistas e músicos fingem que estão tocando os instrumentos e cantando.

Separar o joio do trigo nem sempre é muito fácil, não é mesmo?

Leia a íntegra desta matéria no site da BBC Brasil

O Monterey Pop Festival é importante porque foi o primeiro Festival de Música Pop do mundo. Mentira! Ele foi um festival de Rock, realizado em Monterey, Califórnia, nos dias 16, 17 e 18 de junho de 1967 e organizado pelos produtores musicais Loud Adler e Alan Pariser, John Phillips, líder da Banda The Mamas&The Papas, e o publicitário Derek Taylor. A organização tinha uma comissão da qual faziam parte Paul McCartney, Cass Elliot (vocalista do The Mamas&The Papas) e os Beach Boys.

O Monterey Pop Festival serviu como modelo para muitos outros festivais em todo o mundo. Dele foram tiradas lições para a realização de outros eventos parecidos como o Festival de Woodstock, realizado no ano seguinte.

O festival deu início à era hippie!

Quem teve a idéia?

A história conta que a idéia de realizar um grande festival de Rock nasceu de uma conversa entre John Phillips, Paul McCartney, Cass Elliot e Lou Adler sobre o momento de assumir o Rock and Roll como forma de arte! Naquela época, o Jazz e o Folk já eram respeitados, mas o Rock era visto como uma moda passageira.

A cidade de Monterey já abrigava o Monterey Jazz Festival desde 1958, um festival de Jazz que já recebera nomes como Billie Holiday, Louis Armstrong, Modern Jazz Quartet, entre outros. (Leia mais sobre isso no final do texto!). Nestes eventos, o público costumava ser de 5 a 10 mil pessoas. Portanto, Monterey já tinha experiência em receber grandes públicos para shows! Além disso, ficava entre Los Angeles e San Francisco, dois grandes centros musicais dos Estados Unidos.

Para organizar o evento, eles precisaram de dinheiro, que, inicialmente, veio dos bolsos dos próprios organizadores. Algum tempo depois, foi assinado um contrato com a ABC com pagamento adiantado. O custo estimado de todo o Festival foi de US$ 200 mil. Os músicos que se apresentaram, 31 bandas no total, fizeram seu trabalho “na faixa” (não receberam nada para tocar)!

O público presente aos três dias de Festival foi estimado em 200 mil pessoas, que pagaram ingressos entre US$ 3,50 e US$ 6,50. No meio daquela multidão estavam muitos diretores de gravadoras que queriam conhecer o trabalho dos jovens astros. Como resultado, muitas bandas conseguiram seus contratos com gravadoras e tiveram suas carreiras alavancadas.

Toda renda levantada durante os três dias de shows foi doada a uma instituição de caridade.

Quem tocou?

Jimi Hendrix teve sua participação confirmada porque Paul McCartney insistiu para que ele fosse chamado! Foi a primeira apresentação dele nos Estados Unidos para um grande público. Já desta vez, Hendrix tocou guitarra nas costas e com os dentes… Durante a execução de “Wild Thing”, Hendrix incendiou sua guitarra. Não, não é força de expressão: ele jogou fluido de isqueiro sobre ela e ateou fogo. O amplificador ligado registrou os gemidos da guitarra no volume máximo!

Mamas & Papas tocaram em seguida a Hendrix e tiveram que esperar vinte minutos para que o palco fosse arrumado e deixado em condições do show prosseguir.

Janis Joplin também fez seu debut no Monterey Pop Festival. Ela e sua banda (Big Brother) atrapalharam-se com os equipamentos de palco, que eles não conheciam. Quando começaram a soar os acordes de “Ball e Chain” o público foi à loucura!

Otis Redding foi uma das grandes expressões do Soul. Começou a carreira por volta de 1960. Dez meses depois de se apresentar no Monterey Pop Festival, morreu vítima de um desastre de avião que vitimou também alguns músicos da banda que o acompanhava.

Laura Nyro, pianista e compositora, deixou o palco chorando por não ter sido tratada com simpatia pelo público. Só mais tarde ela foi reconhecida como um grande nome do Rock.

Ravi Shankar tocava cítara! Seu nervosismo era visível momentos antes de entrar no palco, mas sua apresentação deixou o público extasiado durante as três horas em que tocou. Ele foi o único artista a receber por tocar no Monterey Pop Festival, por força de um contrato. O valor foi camarada: US$ 3 mil, barato até para a época!

A apresentação de The Who foi uma surpresa pela agressividade e sonoridade. Towsend realmente destruiu sua guitarra e os amplificadores. A galera vibrou!

Confira a Programação:

Sexta-feira, 16 de junho (à noite)
- The Association
- The Paupers
- Lou Rawls
- Beverly
- Johnny Rivers
- The Animals
- Simon and Garfunkel

Sábado, 17 de junho ( à tarde)
-The Electric Flag
-Steve Miller Band
-Al Kooper
-Country Joe and The Fish
-Big Brother & The Holding Company
-Canned Heat

Sábado (à noite)
-Otis Redding
-Jefferson Airplane
-Laura Nyro
-The Butterfield Blues Band
-The Byrds
-Hugh Masekela
-Moby Grape
-Quicksilver Messenger Service
-Booker T and The MG’s

Domingo, 18 de junho
-Ravi Shankar
-The Blues Project
-Big Brother & The Holding Company
-The Group With No Name
-Buffalo Springfield
-The Who
-Grateful Dead
-The Jimi Hendrix Experience
-Scott McKenzie
-The Mamas & The Papas

Quem não tocou?

Os Beach Boys não puderam se apresentaram porque um dos componentes da banda, o vocalista Carl Wilson, recusou-se a assinar o registro da banda no Festival.

Donavan, músico inglês, também não pôde se apresentar. Seu nome foi recusado porque ele havia sido pego com drogas um ano antes.

E ficou para a História!

Monterey Pop: é o nome do documentário realizado pelo diretor D. A. Pennebaker. No filme, Pennebaker conta como surgiu o nome “Verão Paz e Amor”. A duração é de 78 minutos.

Monterey Jazz Festival

Jimmy Lyons, um dos grandes saxofonistas do Jazz, tinha um sonho de reunir os melhores nomes do Jazz em um final de semana, fazendo-os dividir um só palco. Aquele final de semana seria dedicado à música! O sonho tornou-se realidade em 1958, em Monterey. Para que essa festa acontecesse, cada comerciante da cidade doou US$ 100,00. Na primeira vez que a festa foi organizada, Louis Armstrong, Dizzy Gillespie, John Lewis, Shelly Manne, Gerry Mulligan, Art Farmer, Ernestine Anderson, Harry James, Max Roach e Billie Holiday compareceram.

Ficou combinado que no terceiro final de semana de setembro, os músicos de Jazz se encontrariam na cidade de Monterey para tocarem juntos.

O evento cresceu. Hoje já são cinco palcos, apresentações, workshops, mesas redondas, mostras, feiras e um centro comercial onde pode-se comprar de tudo relacionado ao Jazz.

A renda obtida com o Monterey Jazz Festival é revertida para o ensino da música através de uma fundação criada em 1993 com o propósito de financiar a educação jazzística nas escolas de Monterey, manter um acervo de instrumentos musicais à disposição dos estudantes e uma biblioteca de partituras. Muitos programas são mantidos pela fundação. Todos eles visam tornar o ensino da música cada vez mais acessível às crianças e jovens da região.

Chris Domene
Jornalista